Mulheres, trabalho e empreendedorismo e minha experiência com o Mestrado em Design

Dissertar é a apresentar de forma aprofundada, através da escrita ou fala, um tema no qual se tem argumentos, provas e exemplos.

 

Na área acadêmica dissertação é o termo que se utiliza para se referir à entrega textual final de uma pesquisa de Mestrado.

 

Diferentemente de uma tese de Doutorado, a dissertação não tem a pretensão de trazer um ponto de vista novo ou uma contribuição inédita sobre uma área de conhecimento e sim “simplesmente” dissertar sobre um determinado tema de pesquisa.

 

Em minha recente experiência com o Mestrado (finalizei em março o Mestrado em Design na Unisinos – Porto Alegre), decidi que queria relacionar de alguma forma uma área de interesse pessoal com o design. De início pensei em empreendedorismo feminino, um assunto que me acompanha durante toda a minha jornada profissional. Além de me considerar uma empreendedora, vivencio o dia a dia de muitas mulheres empreendedoras com os seus negócios.

 

Ao pesquisar de forma mais profunda sobre o tema percebi que não teria como estudar empreendedorismo feminino sem entender o que conceitos teóricos sobre mulher, empreendedorismo e, por fim, sobre trabalho.

 

 

No final, os estudos e textos que produzi não foram concluídos e nem publicados em minha dissertação, e sim, serviram de guia para a produção do meu objeto de pesquisa (contarei em outro momento sobre isto).

 

Mesmo assim, quero compartilhar aqui, e espero que possa servir de inspiração para aqueles que desejam se aprofundar sobre o tema.

 

Capítulo Introdução 

 

As mulheres estão derrotando o “mito da feminilidade”. Herdeiras de um passado que as condicionava a um “destino tradicional” – mães, esposas, cuidadoras do lar –, as mulheres contemporâneas se esforçam para traçar um futuro novo (DE BEAUVOIR, 2016).

 

São conquistas recentes, traçadas em uma trajetória de aproximadamente 100 anos, que proporcionaram às mulheres direitos como o acesso à educação e a participação direta na sociedade e economia (DUARTE, 2003; DE BEAUVOIR, 2016; LINS, 2003; NARVAZ, 2005).

 

Estas novas configurações dão início às discussões relacionadas à desigualdade entre homens e mulheres.

 

Nossa sociedade, amparada por valores patriarcais, há milhares de anos coloca homens e mulheres em posições opostas. A eles, a “superioridade” e “autoridade”. A elas, a “fragilidade”, “obediência” e “submissão” (DE BEAUVOIR, 2016; LINS, 2003; NARVAZ, 2005).

 

Esses papéis, tradicionalmente institucionalizados e enraizados (DE BEAUVOIR, 2016; LINS, 2003; NARVAZ, 2005) proporcionam aos homens as melhores oportunidades de trabalho, salários e cargos – fatores que impactam diretamente na supremacia masculina no mundo dos negócios (GEM, 2016; ONU, 2016).

 

Eles representam a maioria em cargos políticos (CFEMEA, 2014), nas carreiras acadêmicas (MOSCHKOVICH E ALMEIDA, 2015), em cargos de diretoria e presidência (INSPER, 2017) e também no empreendedorismo (GEM, 2016).

 

No Brasil, entretanto, os últimos dados apresentados pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM, 2016), que analisa a atividade empreendedora mundial, parece inverter uma tendência histórica. Em 2001, apenas 29% das novas empresas eram iniciadas por mulheres (GEM, 2007). Em 2016 esse percentual subiu para 51,5% (GEM, 2016). Entretanto, quando analisados empreendimentos já estabelecidos – empresas com mais de 3,5 anos de funcionamento –, a participação feminina cai para 42,7% (GEM, 2016). 

 

Fica evidente que as mulheres, apesar de iniciarem novas empresas na mesma proporção que os homens, não conseguem manter seus negócios da mesma forma. Mas por que?

 

Em minhas pesquisas sobre artigos e publicações científicos sobre o tema, percebi que a grande maioria dos estudos brasileiros que abordam o tema empreendedorismo feminino e concentram-se em apresentar os desafios vividos pelas empreendedoras, falam sobre a multiplicidade dos “papéis femininos” e as demandas conflitantes para conciliar trabalho, família e vida pessoal (JONATHAN, 2005; JONATHAN E SILVA, 2007; STROBINO E TEIXEIRA, 2013).

Estas ideias sugerem que os conflitos vivenciados pelas mulheres para conciliar negócios, família e vida pessoas são tratados de forma exclusiva do “universo feminino”. Homens não lidam com o desafio para conciliar trabalho, família e vida pessoal? Seria este um problema apenas da mulher? 

De fato, não encontrei nenhum estudo que se propusesse a entender de forma aprofundada se os motivos pelos quais as mulheres não conseguem fazer suas empresas prosperarem estão relacionados com questões como machismo e desigualdade entre homens e mulheres. 

O que existe são dados de pesquisa pontuais que sugerem que existe desigualdade entre homens e mulheres empreendedores: que o o ambiente corporativo é comumente associado aos homens (GEM, 2016), que muitas empresárias afirmam enfrentar discriminação no seu dia a dia pelo fato de serem mulheres (JONATHAN, 2005), que as mulheres encontram mais dificuldades à conseguirem acesso a crédito e investimentos em relação aos homens (GEM, 2016), e que boa parte das mulheres informar que já presenciaram algum caso de assédio moral e/ou sexual em seus trabalhos (FLORES, 2014). 

Ou seja, são pesquisas que retratam questões do dia a dia de qualquer mulher que trabalha, independente de ser em uma empresa que ela mesma criou e gerencia, ou em uma instituição pública e privada.

E é nesse contexto, e não apenas em relação ao empreendedorismo, que surge um número cada vez mais expressivo de iniciativas para desenvolver novas soluções e promover a igualdade entre homens e mulheres.

A Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, é um dos principais órgãos internacionais com envolvimento nesses projetos. Com o apoio de 193 países, a Agenda 2030 prevê ações e políticas específicas para alcançar a paridade de gênero e empoderar mulheres e meninas.

Especificamente em relação ao empreendedorismo feminino, no Brasil a ONU Mulheres atua em projetos em conjunto com associações e redes que fomentam a atividade, como a Rede Mulher Empreendedora (RME) (ONU, 2018), a primeira e maior rede de suporte ao empreendedorismo feminino no Brasil, que possui mais de 300 mil empreendedoras cadastradas e 70 embaixadoras espalhadas pelo país.

Fundada em 2010, a ideia principal da RME é ajudar mulheres com pequenos negócios a desenvolverem suas empresas e conquistarem independência financeira, conciliando o empreendedorismo com a vida pessoal. A rede, que realiza semanalmente eventos de capacitação em todo o Brasil, promove iniciativas em parceria com instituições de renome nacional e internacional, como Sebrae, Google, Itaú, Avon e Facebook (REDE MULHER EMPREENDEDORA, 2017).

As iniciativas para fomentar o empreendedorismo feminino no país também são atividades que fazem parte do cotidiano de empresárias e líderes brasileiras de grandes empresas, como Maria Luiza Trajano (Fundadora e CEO Magazine Luiza), Rachel Maia (CEO Pandora Brasil), Chieko Aoki (Fundadora e CEO da Blue Tree Hotéis) e Ana Paula Padrão (Jornalista e Diretora da Escola de Você) (ESCOLA DE VOCÊ, 2017; FORBES, 2017; REDE MULHER EMPREENDEDORA, 2017).

São diversos os exemplos de projetos que envolvem a sociedade, instituições públicas e privadas, governos internacionais, nacionais e locais, ONGs e associações empresariais, em iniciativas para sustentar e promover o empreendedorismo feminino. Apesar disso, muitos desses projetos parecem não abordar de forma aprofundada a pluralidade de vozes necessária para abordar a complexidade do tema. No geral, são mulheres falando para mulheres.

Além disso, não há uma reflexão sobre as razões pelas quais hoje seja necessário tratar uma atividade administrativa sob o viés de gênero: Por que se fala em “empreendedorismo feminino” e não em “empreendedorismo masculino”?

Ou seja, não abordam questões sobre identidade da mulher, sobre padrões sociais, feminismo e machismo, por exemplo. 

Desta forma, na visão de Vossenberg (2003), que analisa mulheres empreendedoras em países europeus, africanos e do Oriente Médio, apesar de os projetos atuais de promoção ao empreendedorismo feminino beneficiarem as mulheres no sentido de melhoria das suas habilidades como empresárias, o impacto gerado é exclusivamente econômico e ocorre de forma individual e a curto prazo.

A autora, que compartilha da mesma visão de Amine e Staub (2009) e Minniti e Naudé (2010), sinaliza que os temas feminismo e desigualdade de gênero, por exemplo, desconsiderados na maioria dessas iniciativas, são fundamentais para um entendimento ampliado sobre os fatores sociais e culturais que resultam no cenário atual de desigualdade entre homens e mulheres. Logo, os esforços para diminuir efetivamente a desigualdade no âmbito empreendedor podem permanecer em vão, e essas iniciativas acabam por não gerar mudanças macroeconômicas e sociais mais significativas. 

Ainda que haja a formação de uma série de movimentos que buscam a paridade entre homens e mulheres, seja nos âmbitos individual, social ou econômico, há também outras correntes que afirmam que essas abordagens são exageradas e problemáticas. Muitos, por exemplo, relacionam o feminismo como um esforço de superioridade das mulheres em relação aos homens (DE BEAUVOIR, 2016). Ou seja, acreditam que para ser a favor das mulheres e dos seus direitos humanos tem-se que ser contra os homens (SILVA E CORREDATO, 2015). Outros consideram que as principais reivindicações de igualdade entre os sexos foram já satisfeitas e que o feminismo deixou de representar adequadamente as preocupações e anseios das mulheres de hoje (MACEDO, 2006). Há ainda aqueles que se colocam contra esses ideais devido a ações extremistas e misândricas (de ódio, desprezo ao sexo masculino) de certos simpatizantes da causa (SILVA E CORREDATO, 2015).

Os diferentes pontos de vista que se formam retratam que existe uma longa trajetória a ser percorrida para que homens e mulheres tenham de fato igualdade na vida pessoal e nos negócios. A expectativa do Fórum Econômico Mundial (2017) é de que isso se desenvolva em 170 anos. Esse fator é ainda mais urgente no no Brasil, que possui um dos piores índices de desigualdade de gênero (iDgG): o país ocupa a 92ª posição entre 153 países (ONU, 2016)

Ou seja, é muito necessário continuar o debate sobre mulheres, sobre os papéis femininos, sobre empreendedorismo e empoderamento feminino e machismo. Mas para que ocorra de fato transformação, precisamos envolver TODOS e não apenas as mulheres.

É nessa linha que surgiram os principais questionamentos do meu estudo: levando em conta a cultura brasileira, quais aspectos deveriam ser debatidos pelas iniciativas de empreendedorismo feminino para que houvesse um entendimento mais aprofundado sobre o tema mulher, trabalho e empreendedorismo? Como abordá-los? Quem deveria participar desse debate? Quem influencia o atual cenário vivido pelas mulheres empresárias?

É, portanto, necessária uma reflexão para entender de que forma as iniciativas brasileiras poderiam ser projetadas para repercutir no âmbito econômico, promovendo crescimento individual das mulheres e gerando igualmente o tipo de mudança social necessária para minimizar as atuais diferenças entre homens e mulheres no cenário empreendedor brasileiro.

 

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Mestre em Design Estratégico pela Unisinos, especialista em Marketing, Marketing de Moda e em Marketing de Saúde pela ESPM-Sul, Nicole Simonato atua há mais de 10 anos como consultora de marketing, comunicação e design estratégico para empresas de moda, beleza, lifestyle e também para profissionais autônomos que buscam estratégias de marketing pessoal. Keep in touch: +55 11 3280-5845 | +55 51 99257-5845

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