The future is female: reflexões sobre mulher e a história do feminismo

“Ninguém nasce mulher, torna-se mulher.” A frase célebre, escrita em 1949 por Simone De Beauvoir, bem como seus ensaios e reflexões sobre o que é ser mulher, tornaram-a ícone do pensamento feminista. Em sua obra de maior renome “O Segundo Sexo”, a autora discute sobre os principais processos sociais e culturais que influenciaram na construção da identidade feminina atual a todos os papéis à elas atribuídos, fruto de um sistema patriarcal (DE BEAUVOIR, 2016).

Quando falamos em patriarcado, nos referimos a uma estrutura social baseada no “poder do homem”, no “poder masculino”, no “poder do pai” (LINS, 2014).

Desde as mais primitivas sociedades, o patriarcado promoveu – e ainda promove, instituições e valores que definem o homem como sujeito absoluto, o único criador, e a mulher com o Outro (DE BEAUVOIR, 2016). “A sociedade codificada pelos homens decreta que a mulher é inferior” (DE BEAUVOIR, p.542). 

Esse poder foi – e ainda é – predominantemente masculino, e oprime não somente mulheres, como sustentam práticas práticas discriminatórias tais como o racismo, e a exclusão de grupos de homossexuais e de outros grupos minoritários (NARVAZ E KOLLER, 2006).

 

As histórias contadas na Bíblia, por exemplo, retratam estes conceitos. Eva foi feita da costela de Adão, Deus é o único criador, Jesus é o filho legítimo de Deus e, por aí vai.

 

Para De Beauvoir (2016, p.199) “a história mostrou-nos que os homens sempre detiveram todos os poderes concretos; desde os primeiros tempos do patriarcado, julgaram útil manter a mulher em estado de dependência; seus códigos estabeleceram-se contra ela; e assim foi que ela se constituiu concretamente como Outro.” Entretanto, a autora – e eu também questiona: “Por que as mulheres não contestam a soberania dos homens? De onde vem essa submissão?”.

Ainda hoje tenho discussões intermináveis sobre comportamentos que retratam a submissão cega das mulheres em relação ao poder do homem. É comum conhecer mulheres que “escolhem” ficar em casa e cuidar dos filhos ou não trabalhar e serem sustentadas pelo marido. De forma indireta, aceitam o “poder” do homem.

Mas para aqueles que pensam que é algo normal, a história revela que nem sempre se pensou assim. 

Descobertas e evidências de antropólogos e historiadores revelam que as civilizações primitivas viviam em sociedades coletivas, tribais, nômades, igualitárias (NARVAZ, 2005) e matriarcais (ENGELS 1884/1964 apud NARVAZ, 2005).

Na sociedade matriarcal, as crenças e explicações eram baseadas em mitos de origem divina. Homens e mulheres viviam em clãs, tinham tamanho corporal equivalente, e não havia uma divisão rígida entre papéis sexuais e papéis sociais (NARVAZ, 2005). Ambos participavam de forma igualitária no trabalho produtivo e vida econômica (DE BEAUVOIR, 2016).

Embora as épocas remotas não tenham deixado literatura, monumentos e representações nas artes e tradições, retratam a lembrança de que as mulheres ocupavam uma posição elevada nas sociedades primitivas (DE BEAUVOIR, 2016), sendo frequentemente representadas em estatuetas, objetos e pinturas como deusas primordiais, responsáveis pelos poderes da vida e pela fertilidade dos campos (DE BEAUVOIR, 2016; LINS, 2000). 

 

A estátua “Vênus de Willendorf” (foto), que faz parte da colecção do Museu de História Natural de Viena (Naturhistorisches Museum) é, talvez, uma das evidências mais antigas sobre a referência à fertilidade e à Mãe-Terra da cultura européia do período paleolítico. De acordo com o Wikipédia, estima-se que ela foi esculpida entre 28000 e 25000 anos antes de Cristo. Alguns sugerem que a corpulência representa um elevado estatuto social numa sociedade caçadora-recolectora e que, além da óbvia referência à fertilidade, a imagem podia ser também um símbolo de segurança, de sucesso e de bem-estar.

Ainda hoje, quem visita o Peru e estuda sobre a cultura inca escuta sobre as crenças em torno da Pachamama (Mãe Terra) para a fartura e fertilidade.

 

Acredita-se que tenham sido milênios de parceria e paz entre homens e mulheres, já que não se tem registro de figuras ou imagens que apresentem situações de dominação ou guerras (LINS, 2000).

Para Lins (200) esse longo período foi encerrado com a descoberta da paternidade. Durante milênios a maternidade era vista como uma função sagrada e as mulheres eram retratadas como divindade, pois a participação do homem no nascimento de uma criança era desconhecida. Acreditava-se que a mãe era a única necessária para gerar filhos e assim garantir a posteridade do que foi conquistado (DE BEAUVOIR, 2016).

 

Tudo mudou com o surgimento da agricultura. Os povos passaram a se apropriar de terras e a fixar territórios (DE BEAUVOIR, 2016; LINS, 2000).

Após milhares de anos acreditando que o poder da vida era exclusivamente feminino, “o homem, enfim, descobriu seu papel imprescindível num terreno onde sua potência havia sido negada” (LINS, 2000 , p.22). Tem-se uma ruptura nos padrões de pensamento, impactando profundamente na relação entre homem e mulher.

Engels (1884/1864) em sua obra A origem da família, pontua que o “fim” do matriarcado teria sido marcado pelo domínio masculino e o surgimento da propriedade privada, dando início então, ao patriarcado.

Com a descoberta do cobre, do bronze e do ferro, o homem estende a sua dominação, usando principalmente da força física, da criação de novos instrumentos e do trabalho de outros homens – escravidão, para desbravar florestas e ampliar seus campos de produção (DE BEAUVOIR, 2016). Frente à essa nova configuração, a mulher perde aos poucos seu espaço, afinal não detinha da força física para conquistar novas terras e nem mais o “poder” da vida.

O jogo mudou.

As novas organizações sociais deram início não somente à propriedade privada, como também aos conceitos de família (DE BEAUVOIR, 2016) monogâmica, e ao casamento (NARVAZ, 2005).

O objetivo era que essas relações fossem criadas para assegurar a convergência de interesses políticos e econômicos, garantindo a prosperidade da propriedade (NARVAZ, 2005).

Nesse contexto, às mulheres foi atribuído um novo papel: o de objeto fornecedor da futura mão-de-obra (LINS, 2000). Quanto mais filhos, mais trabalho e geração de novas riquezas (LINS, 2000). A monogamia teria a finalidade de garantir a herança aos filhos legítimos, e as mulheres deveriam permanecer virgens e fiéis (NARVAZ, 2005), uma vez que o direito das terras era paterno e as propriedades eram transmitidas de pai para filho e não mais da mulher a seu clã (DE BEAUVOIR, 2016).

Com a organização patriarcal familiar, o homem torna-se proprietário das terras, de outros homens – com a escravidão, e também da mulher (DE BEAUVOIR, 2016), assumindo o controle do seu corpo e sexualidade (NARVAZ, 2005). 

Tais leis e costumes ainda podem ser vistos nos dias atuais em muitas sociedades contemporâneas que, por exemplo, impõem o casamento e proíbem o aborto, medidas anticoncepcionais e o divórcio (DE BEAUVOIR, 2016). 

Para De Beauvoir (2016) e Narvaz (2005), a obra de Engels (1884/1964), teve crucial importância para os estudos feministas, uma vez que atribuía a opressão feminina ao patriarcalismo – à monogamia e ao casamento burguês (NARVAZ, 2005), retirando a relação da subordinação das mulheres com aspectos biológicos femininos (BEAUVOIR, 2016; NARVAZ, 2005).

Entretanto, suas reflexões limitam-se à analisar homens e mulheres sob uma perspectiva econômica não sendo suficientes para explicar por que as divisões de papéis sociais não aconteceu de forma amigável (BEAUVOIR, 2016). Ou ainda, por que as mulheres aceitaram.

Conforme De Beauvoir (2016), os papéis sociais, e a identificação de outros grupos e classes como minorias – escravos, negros, judeus, proletários, sempre existiram ao longo da história da humanidade. Entretanto, diferentemente das mulheres, esses grupos foram dominados em consequência de um evento histórico e pontual e em determinado momento, lutaram por revolução. As mulheres não.

“As mulheres não dizem ‘nós’. Os homens dizem ‘as mulheres’ e elas usam essas palavras para se designarem a si mesmas. Elas não se põem como o Sujeito” (BEAUVOIR, 2016, p.15).

Há quem critique tudo o que é relacionado à “feminino”. Como é o caso de “empreendedorismo feminino”. 

As ideias sobre mulher se aproximam de textos e conceitos sobre gênero. Para Bourdieu (1998), desde o início dos tempos são atribuídos papéis sociais para assinalar as diferenças entre os corpos de homens e mulheres, principalmente em relação à anatomia dos seus órgãos sexuais. E é a partir disso que surgem as categorias binárias que dividem todo o universo em feminino e masculino.

De Beauvoir (2016) sustenta esse raciocínio afirmando que a humanidade se reparte em duas categorias de indivíduos, cujas roupas, rostos, corpos, sorrisos se manifestam de formas em comum. Para a autora, esses papéis foram construídos durante toda a história da humanidade através de mitos propagados por legisladores, sacerdotes, filósofos, escritores e sábios, que empenharam-se em demonstrar que a superioridade e imponência dos homens, bem como a fraqueza e a condição subordinada da mulher como a ideal. As lendas da Eva, de Pandora, são alguns dos exemplos que refletem estes argumentos. E são esses papéis que oprimem ainda hoje as mulheres no ambiente de trabalho e nos negócios.

Entretanto, com a pós-modernidade, abriu-se espaço para questionar e promover novas formas de pensar e viver (MORIN, 2011), resultando na perda de referências de modelos de pensamentos sociais antigos que perduram milênios (LINS, 2014). Além disso, a tecnologia facilitou que as informações fossem compartilhadas, gerando um outro tipo de percepção sobre os problemas. 

 

// A origem do feminismo

Apesar de homens e mulheres habitarem a Terra na mesma proporção (DE BEAUVOIR, 2016), a experiência masculina ao longo da história foi privilegiada, enquanto a feminina, negligenciada e desvalorizada (NARVAZ E KOLLER, 2006).

É nesse sentido que se estabelecem as teorias feministas, as quais reconhecem que homens e mulheres têm direitos e possibilidades diferentes e reivindica que lhes sejam concedidos as mesmas oportunidades (NARVAZ E KOLLER, 2006).

Com essa definição fica claro que o feminismo não é um movimento de mulheres contra homens, e sim da busca por igualdade entre homens e mulheres. 

O movimento feminista configura-se como um discurso múltiplo e de variadas tendências. Não há, na atualidade, um só feminismo, mas vários feminismos. Ainda que seus fundamentos possuam as mesmas origens, a luta das mulheres por direitos iguais, alguns conceitos evoluíram historicamente conforme as necessidades políticas e sociais de cada tempo (NARVAZ E KOLLER, 2006).

 

A história do feminismo

Para Duarte (2003) o fato de a história do feminismo ter sido pouco contada faz com que a bibliografia sobre o tema seja limitada e fragmentada. Entretanto alguns acontecimentos tiveram mais visibilidade na luta das mulheres por igualdade, com datas aproximadas das décadas de 1830, 1870, 1920 e 1970. Foram necessários, portanto, cerca de cinqüenta anos entre uma e outra, com certeza ocupados por pequenas movimentações de mulheres, para permitir que suas forças se somassem e mais uma vez fossem capazes de romper as barreiras da intolerância, abrindo novos caminhos e mudanças de pensamento.

As chamadas “ondas do feminismo” são utilizadas para retratar essas fases (DUARTE, 2003; NARVAZ E KOLLER, 2006).

 

Primeira onda do feminismo: a conquista à educação e o direito ao voto

A “primeira onda”, marca o surgimento do movimento feminista, que nasceu no século XIX. A luta das mulheres era pela igualdade de direitos civis e políticos reservados apenas aos homens, como o direito à educação para aprenderem a ler e escrever (DUARTE, 2003; NARVAZ E KOLLER, 2006). No Brasil, data de 1827 a primeira lei que autorizava a abertura de escolas públicas femininas. Até então, as opções de ensino às meninas eram escassas, em conventos, que as guardavam para o casamento, em casa, com ensino individualizado, ou em escolas particulares nas casas de professoras. O foco era que aprendessem as “prendas domésticas”.

Conforme pontua Zahidé Muzart (apud Duarte, 2003) no século XIX, as mulheres que desejavam escrever, ter uma profissão de escritoras, de sair do fechamento doméstico, eram chamadas “feministas”, pois tinham uma cabeça pensante e um desejo de subversão.

Quando começa o século XIX, as mulheres brasileiras, em sua grande maioria, viviam enclausuradas em antigos preconceitos e imersas numa rígida indigência cultural. Urgia levantar a primeira bandeira, que não podia ser outra senão o direito básico de aprender a ler e a escrever (então reservado ao sexo masculino).

A primeira legislação autorizando a abertura de escolas públicas femininas data de 1827, e até então as opções eram uns poucos conventos, que guardavam as meninas para o casamento, raras escolas particulares nas casas das professoras, ou o ensino individualizado, todos se ocupando apenas com as prendas domésticas. E foram aquelas primeiras (e poucas) mulheres que tiveram uma educação diferenciada, que tomaram para si a tarefa de estender as benesses do conhecimento às demais companheiras, e abriram escolas, publicaram livros, enfrentaram a opinião corrente que dizia que mulher não necessitava saber ler nem escrever. (DUARTE, 2003).

 

Outra conquista emblemático nessa fase foi a conquista do direito ao voto feminino em 1917 (GOUVÊA, 2013), sustentado pelo movimento sufragista, que se estruturou na Inglaterra, França, Estados Unidos e Espanha (NARVAZ E KOLLER, 2006).

Um dos principais motivos era o fato de que a Europa estava vivendo o pós-guerra e também os impactos da revolução industrial. Muitos dos homens morreram e não voltaram para suas casas e o momento era de contar com a mão de obra masculina e feminina em fábricas e indústrias. 

Ora, se as mulheres agora estavam em igualdade no trabalho, por que eram proibidas de votar?

A justificativa eram argumentos patriarcais de que o papel da mulher era incompatível com a esfera pública, pois seu dever “sagrado” com o lar deveriam ser priorizados (DUARTE, 2003). 

No Brasil, Josefina Alvarés, que em 1878 foi uma das primeiras mulheres brasileiras a defender publicamente o direito ao voto e à cidadania para as mulheres no país, fato só se concretizou em 1928 (DUARTE, 2003).

Filmes e séries para assistir que retratam este período: As Sufragistas, Downtown Abbey, Mr. Selfridges

 

 

Segunda onda do feminismo: a queima do sutiã

A “segunda onda” do feminismo ressurge nas décadas de 1960 e 1970, em especial nos Estados Unidos e na França, como forma de denunciar a opressão masculina e as desigualdades culturais e políticas (NARVAZ E KOLLER, 2005).  É nessa fase que o movimento feminista surge com toda a força, e as mulheres, pela primeira vez, falam diretamente sobre a questão das relações de poder entre homens e mulheres, e da liberdade no trabalho, na vida pública, na educação, bem como na autonomia para decidir sobre sua vida e seu corpo. Foi também nesse período que foi lançada a pílula anticoncepcional, primeiro nos Estados Unidos, e logo depois na Alemanha. No Brasil, o momento era de repressão, marcado pela ditadura militar, e o movimento feminista era limitado às condições políticas da época (PINTO, 2010).

 

Terceira onda do feminismo: a identidade feminina e as questões de gênero

A década seguinte, 1980, marca o início da “terceira onda”, e as feministas passam a enfatizar a questão da diferença, da subjetividade e da singularidade das experiências entre homens e mulheres. Com isso, desloca-se o campo do estudo sobre as mulheres e sobre os sexos para o estudo das relações de gênero  (NARVAZ E KOLLER, 2005).

Nesta terceira fase do movimento feminista, observa-se intensamente a intersecção entre o movimento político de luta das mulheres e a academia, quando começam a ser criados nas universidades, inclusive em algumas universidades brasileiras, centros de estudos sobre a mulher, estudos de gênero e feminismos (Louro, 1995; Machado, 1992; Scott, 1986; Toscano & Goldenberg, 1992).

 

 

Quarta onda: o que estamos vivendo agora

Apesar de não publicações cientificas sobre a “quarta onda do feminismo”, me atrevo a dizer que seria o que estamos vivendo agora. De 20 anos pra cá, muitas coisas mudaram, em especial com a internet. A tecnologia deu voz à diversidade. Hoje feminismo não é sobre a igualdade de homens e mulheres, mas de gays, trans e de todas as pessoas que ainda não se sentem representadas e com as mesmas oportunidades.

 

O movimento não acaba.

 

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